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Panorama da Saúde: América Latina e Caribe 2023

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Esta segunda edição do Panorama da Saúde: América Latina e Caribe 2023, preparada conjuntamente pela OCDE e o Banco Mundial, apresenta um conjunto de indicadores sobre estado de saúde, determinantes da saúde, recursos e utilização dos serviços de saúde, gastos e financiamento da saúde, qualidade da atenção à saúde, força de trabalho em saúde e envelhecimento da população em 33 países da América Latina e do Caribe. Cada um dos indicadores é apresentado em um formato de fácil utilização, consistindo de gráficos que ilustram as variações entre países e ao longo do tempo. Os indicadores também são acompanhados de breves análises descritivas destacando as principais conclusões associadas aos dados e quadros metodológicos contendo a definição dos indicadores e eventuais limitações na comparabilidade dos dados. Esta edição do Panorama da Saúde: América Latina e Caribe 2023 também inclui análises temáticas sobre dois tópicos de grande importância para a construção de sistemas de saúde mais resilientes: o impacto da pandemia da COVID-19 nos sistemas de saúde da América Latina e Caribe e os desafios das mudanças climáticas para a saúde.

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Mortalidade materna

A mortalidade materna - a morte de uma mulher durante a gravidez, parto ou dentro de 42 dias após o término da gravidez - é um indicador importante do estado de saúde da mulher e para avaliar o desempenho do sistema de saúde. As Metas de Desenvolvimento Sustentável estabeleceram uma meta de reduzir a taxa global de mortalidade materna para menos de 70 por 100.000 nascidos vivos até 2030. Na ALC, cerca de 7.400 mortes maternas ocorreram em 2019, a maioria delas evitáveis (WHO, 2022[1]), o que corresponde a uma taxa de mortalidade materna (TMR) média de 97 mortes por 100.000 nascidos vivos em 2020, substancialmente maior do que as 10 mortes por 100.000 nascidos vivos nos países da OCDE (). As estimativas inlcudem resultados diversos como o Chile com TMRs de 22, o Haiti com 435, e Bolívia e São Cristóvão e Névis com 217 e 179, respectivamente. Apesar das altas taxas em certos países, uma redução de 3,2% na mortalidade materna foi alcançada na região da ALC entre 2000 e 2020, mas muito abaixo da redução de 27% nos países da OCDE no mesmo período. Na Nicarágua e na Colômbia, a TMR diminuiu em cerca de 50%. Entretanto, durante o mesmo período, a TMR aumentou em 17 países, com Granada (111%), Dominica (100%), Santa Lúcia (83%), São Vicente e Granadinas (78%), Belize (75%) e Barbados (73%) experimentando aumentos de mais de 70%.

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