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Estudo da OCDE da Atenção Primária à Saúde no Brasil

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A atenção primária à saúde tem um modelo bem organizado no Brasil, o que é resultado de compromissos contínuos com a prestação de serviços de atenção primária de alta qualidade para toda a população. Nas últimas décadas, o Brasil implementou uma série de reformas a fim de aprimorar a distribuição de médicos pelo país, o desenvolvimento de novas formas de organização de serviços, a introdução de novos modelos de financiamento e a execução de uma série de iniciativas para o aprimoramento da qualidade. Esta avaliação utiliza-se de indicadores e métodos de análise em políticas públicas para examinar o desempenho do sistema de atenção primária brasileiro, em uma perspectiva comparada reconhecida internacionalmente. Embora o estudo ressalte exemplos notáveis de sucesso, o Brasil continua a enfrentar desafios na atenção primária à medida que sua população envelhece, fatores de risco como obesidade encontram-se em ascensão e ameaças de novas pandemias demandam maior resiliência e adaptabilidade do sistema de saúde. O estudo aponta ações-chave que o Brasil deveria considerar nos próximos anos a fim de fortalecer o desempenho da atenção primária à saúde, especialmente no tocante à realização da prevenção e rastreamento das principais doenças não transmissíveis, melhoria de indicadores de qualidade do provimento da atenção primária, enfrentamento dos déficits de força de trabalho e a busca de uma transformação digital. Uma publicação adicional sobre o sistema de saúde no Brasil examina os principais desafios e abordagens necessários para aprimorar o desempenho do sistema de saúde brasileiro.

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Atenção Primária à Saúde no Brasil: Avaliação e recomendações

A Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil possui enfoque bem organizado, resultado de compromisso contínuo em fornecer a APS de alta qualidade para toda a população e associado a um conjunto abrangente de políticas destinadas a modernizar e a fortalecer a APS. No entanto, diversos desafios fundamentais persistem, incluindo a crescente prevalência de doenças crônicas não transmissíveis, grandes disparidades entre regiões no acesso e qualidade da APS, e utilização baixa e desigual das tecnologias digitais. Este capítulo apresenta um resumo das avaliações e recomendações sobre o sistema de APS brasileiro e como aprimorá-lo. São considerados quatro tópicos de forma detalhada: rastreamento e prevenção das principais doenças crônicas não transmissíveis, melhorias de qualidade nos serviços de APS, combate à escassez de mão de obra e promoção da transformação digital da APS no Brasil.

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