Perspectivas Económicas em África 2012 (Versão Condensada)
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Perspectivas Económicas em África 2012 (Versão Condensada)

Promoção do Emprego Jovem

Esta 11 ª edição do Outlook Africano Económica analisa os recentes desenvolvimentos económicos, sociais e políticos e as evoluções de curto prazo prováveis ​​de 53 países africanos. A edição deste ano será pela primeira vez cobrir a Eritréia e Sudão meridional. O foco da AEO 2012 é a promoção do emprego juvenil na África, apresentando uma revisão abrangente de ambos os desafios e oportunidades África enfrenta no fornecimento de sua população jovem, com empregos suficientes e decente.

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Publication Date :
28 May 2012
DOI :
10.1787/9789264177673-pt
 
Chapter
 

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Portuguese
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Author(s):
OECD
DOI :
10.1787/9789264177673-44-pt

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O aumento da produção de carvão a partir dos primeiros mega-projetos mineiros de exploração de carvão, que entraram em operação este ano, juntamente com o forte desempenho registado no sector de serviços financeiros, transportes e comunicações e construção, ajudaram a acelerar o crescimento do PIB real para 7.2%, em 2011. O país alcançou uma impressionante média de crescimento de 7.2% ao longo da última década. A continuação de um elevado Investimento Directo Estrangeiro (IDE), sobretudo em indústrias extractivas, juntamente com o forte crescimento agrícola e o investimento em infra-estruturas vai impulsionar o crescimento para 7.5% e 7.9%, em 2012 e 2013. Apesar do forte crescimento, a firme e rígida política monetária do Banco Central, apoiada por uma política orçamental prudente, reduziu a inflação anual de 12.7% para 10.8%, em 2011. As perspectivas de uma redução ainda maior da inflação para 7.2%, em 2012, e a sua estabilização em 5.6%, em 2013, vai permitir a flexibilização da política monetária em 2012, visando a expansão do crédito. A implementação de medidas pró-pobres preparadas durante 2011, juntamente com um ambicioso programa de investimento em infra-estruturas, deve ampliar o défice orçamental de 3.3%, em 2011, para 6.8% e 7.4%, em 2012 e 2013. O principal desafio económico estrutural de Moçambique, a médio prazo, reside no alargamento da sua base fiscal. Espera-se uma diminuição continuada dos fluxos de ajuda de 51.4% do orçamento, em 2010, para 39.6%, em 2012. É fundamental diversificar a base das receitas, nomeadamente através de uma maior tributação do sector extractivo, a fim de sustentar e promover uma agenda de crescimento inclusivo.